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Publicações na categoria / Taglit

  • jun 20 / 2018
Aconteceu, Taglit

Estreia do Brasil na Copa traz Tagliteiros ao Hillel Rio

No domingo, 17/06, o Brasil jogou contra a Suíça na estreia da Copa de Mundo. Os Tagliteiros de Julho 2018 vieram ao Hillel Rio assistir ao jogo com direito a muito churrasco, salgadinhos, doces, cerveja e refrigerantes liberados.

Cerca de 100 jovens lotaram a casa com muita animação, roupas da cor da bandeira e purpurina. Mesmo com o empate, a animação continuou e a festa durou até a noite, com totó, ping pong, música e mais comida.

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  • jul 14 / 2017
Taglit Hillel Rio Verão 2017 Grupo1

Dia 2 – por Alexia Carpilovsky

Acordamos cedo e tomamos café no salão do kibutz. A comida no kibutz é sempre farta e o café conta com cereais, pão, legumes, iogurte, ovo mexido, várias pastinhas, nutella, suco, café… Enfim, muita coisa. Lá, estávamos cercados de gatos, e tínhamos um ótimo espaço cheio de verde para circular. Depois de tomarmos café e nos organizarmos com as malas, seguimos com elas para o onibus e fizemos check-out.

Nossa primeira parada foi o Rosh Hanikra, uma paisagem incrível de grutas de calcário e águas cristalinas. Descemos de bondinho e caminhamos pelas grutas, onde a falta de luz ressalta a beleza do mar, que possui um brilho quase neon. Ao chegarmos no fim do caminho coberto, nos deparamos com um cenário a céu aberto, um quadro pintado pelo sol, pelas pedras e pelas águas. Depois de fotos e momentos para apreciar os arredores, seguimos para Haifa, onde visitamos o Templo Bahai – religião que prega a paz e a igualdade entre os homens. Isso se faz explícito no cuidado que os jardins bahai têm com a simetria, uma metáfora dessa igualdade: se traçássemos uma linha no meio da construção, ambos os lados seriam exatamente iguais. Flores, arbustos e uma arquitetura sensorial, que se mistura à ideologia, formam uma vista estonteante, que conta, também, com as outras construções e o porto da cidade à distância. Tudo parece se encaixar perfeitamente, e conciliar história, tradição e modernidade.

Do templo, voltamos ao ônibus e tivemos algum tempo em um shopping para almoçar e relaxar. Grande parte de nós nos deliciamos com uma das comidas mais típicas de Israel, o falafel – bolinhos fritos de grão de bico, colocadas dentro do pão pita junto com ingredientes típicos. Alimentados e recarregados, fomos até Caesaria, cidade construída no período romano pelo rei Herodes, que chegou a ser capital de Israel, se mantendo importante até hoje. Lá vistamos as ruínas de um teatro da época, que continua sendo usado atualmente para grandes shows e eventos. A estrutura desse foi toda feita de areia e pedra, dialogando com a paisagem local e refletindo os materiais disponíveis na época. A próxima parada foi o Deserto Neguev, onde andamos de camelo e participamos de atividades relacionadas à cultura beduína. Comemos em tendas, tivemos uma conversa com um beduíno e aprendemos alguns ritmos em uma sessão de música com tambores e dança. A refeição foi servida em uma espécie de panela gigante, cheia de cuzcuz, frango, carne, pão pita, legumes e molhos, e todos comemos com as mãos.

Foi uma experiência muito interessante, e entrar em contato com uma nova cultura é sempre enriquecedor e estimulante. Mais tarde, tivemos uma fogueira com marshmallows, e alguns de nós optaram por dormir e outros por não, já que teríamos que acordar as 3 da manhã para subir Massada e assistir ao nascer do sol do topo de lá. Emendamos dia com noite, mas como recompensa tivemos uma experiência única e gratificante de vencer o cansaço e receber em troca um nascer do sol cheio de boas energias.

 

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  • jul 12 / 2017
Taglit Hillel Rio Verão 2017 Grupo1

Dia 1- por Helena Zaide Cohen

Hoje acordamos no Kibutz e após o café fomos até a piscina termal de fonte natural chamada Gan Hashlosha. O lugar é incrível! A água estava muito refrescante, limpa e pura. A sensação de nadar lá foi maravilhosa, como se estivéssemos flutuando e sendo purificados pela água.

Após algum tempo naquele cantinho de paz, fomos conhecer a cidade de Tzfat. O nosso guia Moshé nos explicou a linda história daquela cidade e do povo que a fundou. Um povo expulso pela Espanha que se recuperou e que, em meio a todas as tensões mundiais, explorou o misticismo da vida e criou a Cabala, estudada e seguida até os dias de hoje. Muitos familiares nossos vieram de lá, uma cidade tranquila, que hoje respira a história dos nossos antepassados.

Depois de dar uma volta por Tzfat, almoçamos num shopping em que pudemos provar típicos pratos israelenses, como o falafel e o shuarma.

Com nossas forças recuperadas, fomos passear de caiaque no rio Jordão, num trajeto emocionante, com uma água refrescante e uma lindíssima paisagem.

No fim da tarde, visitamos as Colinas de Golan e paramos no Har Bental. Lá o nosso guia nos mostrou as fronteiras no horizonte e nos explicou como vão as relações de Israel com os países vizinhos. Esse passeio foi bastante interessante e a vista lá de cima foi de tirar o fôlego!

Por fim, nosso dia terminou no nosso confortável Kibutz.

 

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  • jul 12 / 2017
Taglit Hillel Rio Verão 2017 Grupo2

Dia 1 – Norte de Israel!

O primeiro dia de viagem foi marcado por lugares místicos e muito belos! Iniciamos pelo Kibutz Kfar Hahov , onde pudemos apreciar a Vista da Paz ( Mitzpe LaShalom), reconhecendo a importância do Kineret (Mar da Galileia) para o Estado de Israel

Rumamos à Tzfat, cidade histórica e religiosa, sede de estudos místicos, onde surgiu a Cabalah, por exemplo.nbsp;

O dia se encerrou com duas atividades muito legais. O rafting, no Rio Jordão foi revigorante e muito gostoso. Encerramos nossas atividades no Har Bental, antiga base militar, onde pudemos ver a fronteira com a Siria e as colinas do Golan. Fizemos uma reza agradecendo o momento de segurança, paz e soberania que nosso Estado atravessa!

Beijos e ate Amanhã

Daniel Fabrizio

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  • jan 10 / 2017
Taglit Hillel Rio Inverno 2017

Dia 07 – Museu de Israel, Knesset & Tenda Beduina

O dia começou com nossa visita ao Museu de Israel. O nosso guia, Menache, iniciou o passeio nos explicando a história de Jerusalém, desde a época de Herodes até os dias de hoje.

Ainda no museu passamos a conhecer os Pergaminhos do Mar Morto! Os pergaminhos são documentos da época que continham regras da sociedade antiga. O museu ainda nos reservava algumas pequenas surpresas.  Pudemos conhecer a vestimenta judaica que era usada por nossos antepassados e outros artefatos da época.
Logo após o Museu de Israel,  paramos rapidamente em frente ao Knesset (Parlamento Israelense) para conhecermos a Menorah de Israel.

Após essa rápida parada seguimos viagem para a Tenda Beduina, localizada no meio do deserto de Arad.
Depois de duas horas viajando e um merecido descanso,  chegamos ao nosso destino.
Nosso primeiro encontro na Tenda Benduina foi com os divertidissimos camelos. Foi um passeio curto porém memorável. Logo em seguida fomos até uma tenda para conversarmos com um beduíno verdadeiro sobre a história desse povo e a maneira como eles conseguiram se adaptar ao mundo atual.

Felizmente alguns minutos depois conseguimos aproveitar um delicioso jantar no estilo beduíno! Frango,  couscous marroquino, carne, o já clássico húmus,  entre outros alimentos típicos.

Após o jantar, tivemos uma aula de Darbuka – tambores típicos da região. Aprendemos alguns ritmos locais e ainda conseguimos acrescentar a nossa ginga carioca!

Para encerrar esse dia longo, terminamos cantando músicas e comendo marshmallows em volta de uma fogueira montada por nós.

Daniel Attie

  • jan 10 / 2017
Taglit Hillel Rio Inverno 2017

Dia 06 – Yad Vashem, Har Herzl & Ben Yehuda

Começamos o dia nos preparando pela manhã para visitar um dos locais mais inesquecíveis de Israel, o emocionante Yad Vashem. O museu, que é a maior autoridade do mundo quando o assunto é  holocausto, nos permitiu ver toda a história desde a criação da indústria da morte nazista até o período pós 2a guerra e a criação do estado de Israel. Na saída, subimos as escadas envoltas por paredes que pareciam se abrir. Uma ótima maneira de representar a perseverança e determinação do povo judeu ao longo de toda sua história. Mesmo com todas as dificuldades, fomos capazes de nos reerguer e criar o estado de Israel.

Em seguida, prosseguimos para o cemitério Har Herzl, onde estão enterradas diversas pessoas notáveis da história do país como Shimon Perez, Itzhak Rabin, Theodor hertzel, golda meir, entre muitos outros. No final da tarde, nos despedimos de nossos amigos israelenses que passaram a semana conosco, e depois encerramos o dia passeando pela célebre rua Ben Yehuda.

Flávio Siles

  • jan 09 / 2017
Taglit Hillel Rio Inverno 2017

Dia 05 – Shabat, Havdalá & Jerusalém

Começamos o dia de shabat com a visita de parentes e amigos ao hotel. Já começamos o dia com grandes risadas e reencontros. Os outros aproveitaram esse tempo para descansar um pouco mais.

Após o almoço, tivemos um pequeno passeio pelas ruelas da cidade velha, aprendendo um pouco mais sobre a história de jerusalém e do nosso povo. O que chamou muita atenção do nosso grupo foi vivenciar o cotidiano israelense em um dia típico de shabat, com poucas pessoas e quase nenhum carro nas ruas e as lojas todas fechadas.

O fim do shabat foi marcado por uma cerimônia muito animada de havdalá no lobby do hotel. Daí, partimos para o espectáculo das luzes. Um show incrível nas famosas Torres de David.

Como ninguém é de pedra, paramos para comer e fazer algumas comprinhas no shopping do Mamila. O frio estava intenso, mas fiquem tranquilos que estávamos muito bem agasalhados.

De lá, fomos a principal atração do dia, as escavações subterrâneas do Kotel. Foi emocionante e surpreendente, nos depararmos com a grandeza e por trás desse lugar tão importante, hoje, para religião judaica.

Até amanhã,

Renan Balassiano

 

  • jan 06 / 2017
Taglit Hillel Rio Inverno 2017

Dia 04 – Kotel, Machane Yehuda & Shabat

Primeiramente, shabat shalom!
Hoje foi um dia diferente dos anteriores, foi mais espiritual e emocionante. Começamos o dia com uma palestra do Avraham Infeld, um dos fundadores do Taglit Birthright. A palestra foi super interessante! Ele tinha uma ótima fala, e com histórias incríveis.

Depois da palestra, fomos todos devidamente encasacados para o ônibus, rumo à cidade velha. Descemos e fomos andando para o Kotel.

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Antes de vermos o muro, todos vendamos os olhos e fomos enfileirados até certo ponto, onde paramos e ouvimos um texto lido pela madrichá Babi. Era uma carta de um soldado relatando a chegada dele e dos demais soldados ao fim da guerra de 67. Só de ouvir a carta, já começamos a sentir a energia do local. Abrimos juntos os olhos e vimos o tão esperado Muro das Lamentações.

Ficamos alguns minutos contemplando e então descemos para vermos de perto. Chegando lá, cada um sentou com seu papel pra escrever sua mensagem à D’s.

Essa é minha terceira visita a Israel, e deve ter sido a quinta ou sexta vez que fui ao muro, mas foi a primeira que me senti realmente emocionada e me conectei com hashem. Perdi meu avô há poucos meses atrás, mas senti que de alguma forma ele estava lá hoje comigo e que D’s está cuidando bem do meu querido velhinho. Nossa visita foi um pouco rápida, pois ainda voltaríamos mais tarde.

Voltamos com passos rápidos pro ônibus e chegamos na Machane Yehuda. Por conta da chegada do shabat, estava muito cheio, quase não dava pra andar. Aproveitamos o momento pra comprar lembrancinhas pra família e para os amigos. Quando deu o horário que marcamos no ponto de encontro, fizemos a contagem pra conferir que todos estávamos presentes, como sempre fazemos. Finalmente conseguimos fazer uma contagem rápida, com todos presentes e sem muita demora. Segundo a Nicole, foi o milagre do shabat que fez nossa contagem ser boa. Será?
Voltamos pro hotel pra nos prepararmos pro shabat. Colocamos roupas brancas e mais arrumadas, nos reunimos no lobby do hotel para acender as velas do shabat e voltamos para o Kotel. No caminho do hotel pra cidade velha, a cada rua que passávamos, a quantidade de carros na rua ia diminuindo.

No Kotel, pegamos cadeiras e nos sentamos para apreciar o momento. No lado das mulheres, dançamos e cantamos; ficamos ao lado dos meninos do grupo, separados por uma divisão de ferro, acompanhando as rezas com eles.
Na volta, os carros não podiam mais rodar nas ruas, então fomos pro hotel a pé. A caminhada que de início parecia cansativa, passou bem rápido.

Chegando no hotel, fomos direto pro jantar, sendo recepcionados com um Kidush, uma comida especialmente boa, somada a muita cantoria dos grupos que estavam no salão. O clima estava ótimo, bem leve e animado. Não costumo fazer as rezas de shabat no Rio, apenas em momentos especiais. Acho que esse foi meu shabat mais alegre e emocionante. Agora estamos em horário de banho e mais tarde o grupo se reunirá pra fazer uma festinha com clima Brasileiro pra matar saudades de casa.

Até amanhã,
Beijos,

Marcella Paskin

 

 

  • jan 05 / 2017
Taglit Hillel Rio Inverno 2017

Dia 03 – Kibutz, Har Bental & Tzfat

Acordamos hoje no kibutz Shar Hagolan. Não tenho noção de quantos há na região, mas já garanto que o nosso foi um dos melhores. Os quartos pareciam como de hotéis. Aliás, muito melhor que muitos hotéis. A comida, como sempre, diferente, mas não no mal sentido. É bom provar os mais variados estilos da culinária israelense. Salada no café da manhã, realmente é, no mínimo, interessante.
Infelizmente, sem muito tempo de aproveitar, tivemos que deixar o Kibutz logo cedo após o café. Entretanto, seguimos para um dos lugares mais lindos com o qual tive o prazer e o privilégio de estar, Har Bental. Este ponto turístico a mais de 1000 metros acima do nível do mar nos traz a visão história e geográfica das fronteiras que ali perfazem Israel e seus países vizinhos. Após todas as fotos tiradas da paisagem, nos colocamos nos lugares dos soldados israelenses, que ali lutaram pelo seus limites nacionais, através dos túneis que utilizavam como abrigos anti-bombas.
Passado o período de contemplação, fomos de ônibus até um ponto de encontro com motoristas de Jeeps, dos quais através realizamos trilhas no meio de lavouras até chegar a um determinado ponto do Rio Jordão.
Já com fome, fomos até a parte antiga da cidade de Tzfat. Em uma praça pequena e cinematográfica, pudemos nos deliciar com a culinária israelense, americana e italiana. Uma variedade pequena, mas existente com louvor. Nos dirigimos depois a uma outra praça onde tivemos explicações extraordinárias da história da cidade. Após cantar e aprender, nos aventuramos pelas ruelas e sinagogas locais. Tudo simplesmente lindo. Impecável e pitoresco até.
Com toda essa diversão, precisávamos descansar. Foi aí que aproveitamos as horas de ônibus até Jerusalém para relaxar até chegarmos a uma das cidades mais importantes do mundo. Chegando lá, fomos direto para o hotel. Digno de 4 estrelas, diga-se de passagem. Tudo limpo e arrumado, com conforto e estilo. Mas juro que ainda não supera os quartos dos Kibutz. Simples e confortáveis.
Quando chegamos ao Hotel, fomos deixar nossas bagagens nos quartos e seguimos ao jantar. Mais uma variedade deliciosa de pratos Kasher, com sobremesas sem adição de leite e água fresca para beber. Seguido disto, fomos relaxar e nos preparar para atividade pós jantar. Sempre uma chance de nos conhecermos melhor e nos unirmos ainda mais como grupo. Indispensável dizer que foi maravilhosa. Uma oportunidade de conhecermos melhor os soldados israelenses que se juntaram a nós há pouco tempo, já no percurso da viagem. Laila Tov!

Matheus Bardavid

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