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Dia 04 – Kotel, Machane Yehuda & Shabat

Taglit Hillel Rio Inverno 2017

Dia 04 – Kotel, Machane Yehuda & Shabat

Primeiramente, shabat shalom!
Hoje foi um dia diferente dos anteriores, foi mais espiritual e emocionante. Começamos o dia com uma palestra do Avraham Infeld, um dos fundadores do Taglit Birthright. A palestra foi super interessante! Ele tinha uma ótima fala, e com histórias incríveis.

Depois da palestra, fomos todos devidamente encasacados para o ônibus, rumo à cidade velha. Descemos e fomos andando para o Kotel.

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Antes de vermos o muro, todos vendamos os olhos e fomos enfileirados até certo ponto, onde paramos e ouvimos um texto lido pela madrichá Babi. Era uma carta de um soldado relatando a chegada dele e dos demais soldados ao fim da guerra de 67. Só de ouvir a carta, já começamos a sentir a energia do local. Abrimos juntos os olhos e vimos o tão esperado Muro das Lamentações.

Ficamos alguns minutos contemplando e então descemos para vermos de perto. Chegando lá, cada um sentou com seu papel pra escrever sua mensagem à D’s.

Essa é minha terceira visita a Israel, e deve ter sido a quinta ou sexta vez que fui ao muro, mas foi a primeira que me senti realmente emocionada e me conectei com hashem. Perdi meu avô há poucos meses atrás, mas senti que de alguma forma ele estava lá hoje comigo e que D’s está cuidando bem do meu querido velhinho. Nossa visita foi um pouco rápida, pois ainda voltaríamos mais tarde.

Voltamos com passos rápidos pro ônibus e chegamos na Machane Yehuda. Por conta da chegada do shabat, estava muito cheio, quase não dava pra andar. Aproveitamos o momento pra comprar lembrancinhas pra família e para os amigos. Quando deu o horário que marcamos no ponto de encontro, fizemos a contagem pra conferir que todos estávamos presentes, como sempre fazemos. Finalmente conseguimos fazer uma contagem rápida, com todos presentes e sem muita demora. Segundo a Nicole, foi o milagre do shabat que fez nossa contagem ser boa. Será?
Voltamos pro hotel pra nos prepararmos pro shabat. Colocamos roupas brancas e mais arrumadas, nos reunimos no lobby do hotel para acender as velas do shabat e voltamos para o Kotel. No caminho do hotel pra cidade velha, a cada rua que passávamos, a quantidade de carros na rua ia diminuindo.

No Kotel, pegamos cadeiras e nos sentamos para apreciar o momento. No lado das mulheres, dançamos e cantamos; ficamos ao lado dos meninos do grupo, separados por uma divisão de ferro, acompanhando as rezas com eles.
Na volta, os carros não podiam mais rodar nas ruas, então fomos pro hotel a pé. A caminhada que de início parecia cansativa, passou bem rápido.

Chegando no hotel, fomos direto pro jantar, sendo recepcionados com um Kidush, uma comida especialmente boa, somada a muita cantoria dos grupos que estavam no salão. O clima estava ótimo, bem leve e animado. Não costumo fazer as rezas de shabat no Rio, apenas em momentos especiais. Acho que esse foi meu shabat mais alegre e emocionante. Agora estamos em horário de banho e mais tarde o grupo se reunirá pra fazer uma festinha com clima Brasileiro pra matar saudades de casa.

Até amanhã,
Beijos,

Marcella Paskin

 

 

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